sexta-feira, 3 de abril de 2009

Uma Pluma



Uma pluma,

O vento brinca enquanto percorre instantes,

Sua leveza traduz seu destino incerto,

Mas para que certezas se ninguém as tem?

Flutua meu mundo num flerte indomável,

Levita meu corpo para que despertem os sonhos.

Aladin passeia em seu tapete mágico voador,

Peter Pan vence a gravidade,

E eu na pluma, viajo intensamente a vida que gesta poemas de amor.

Um comentário:

Érica disse...

olá Robério, posso fazer uma leitura do seu poema "uma pluma" como alguêm que fala da sua própria alma, a leveza de sua imaginação,o fluir de seus sonhos contidos e não vividos, em versos e prosas.
Te admiro muito, abraço Silvanete